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Jesus Redentor

Deus nos deu a graça de seguirmos uma espiritualidade que nos compromete a sermos conformes a Jesus Redentor em sua ação amorosa e entrega da vida para que todos tenham vida plena; buscando aprender dele como amar e servir, sendo testemunhas de seu amor misericordioso onde quer que ele nos reúna e envie em missão.

Redentor[1]
 
Redentor é um termo que encontramos, com maior frequência, no Primeiro Testamento no sentido de perdão, socorro, de resgate, de compra como deslocamento de proprietário. “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra“ (Jó 1,25)
No Segundo Testamento, aparece em At 7,45 com uma referência a Moisés que liberta o povo escravo no Egito. Outras referências fazem de Jesus o protagonista ativo da redenção. No entanto, elas se deslocam da sua pessoa para a sua ação redentora. O Cristo intervém na humanidade distante de Deus, não pertencente a Ele e a torna próxima pelo dom total de sua vida. Neste sentido, o Cristo compra, paga o preço do resgate.
“Aquele de vós que quiser ser o primeiro, seja o servo de todos. Pois o próprio Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida como preço de redenção – lytron: literalmente preço pago para adquirir uma mercadoria – pela multidão” (Mc 10,45)
A multidão, distante de Deus, passa a ser de Deus por meio da doação da vida do Cristo que serve.
Textos que falam da redenção: em Lucas:  1,61; 21,28;24,21; em Paulo: 1Cor 1,30; Rm 3,24; 8,23; Ef 1,7.14; 4,30; em 1Pd 1,18 e em Hb 9,12.
 
O QUE BARTOLOMEA QUER DIZER QUANDO FALA EM JESUS REDENTOR
Bartolomea  não trata do tema da redenção em nenhum de seus escritos. Quando ela aborda esse aspecto da vida de Jesus, ela o faz referindo-se à sua pessoa como o Redentor, aquele que está trabalhando pela humanidade.
Por ela ser muito ativa, contempla Jesus também ativo, sempre agindo para salvar o ser humano. Compreende que o Cristo é o seu Redentor, aquele que a ama de modo “excessivo”, que abraça a cruz para poder salvá-la, que se considera pecadora. Jesus é o seu Redentor: um Deus que morre por ela[2]. Mas ela alarga essa sua experiência pessoal, de um amor misericordioso, recebido de forma abundante e medita que o Cristo é Redentor também de toda a humanidade. Ela contempla Jesus que na cruz pronuncia palavras de perdão, concluindo que “só o coração de um Deus pode alimentar tamanha caridade”[3].
O título de Redentor é utilizado por Bartolomea somente nos escritos considerados carismáticos, denominados por ela de “PROMEMÓRIA” e que, para o Instituto, são considerados “Papéis de Fundação”. De modo implícito, porém, percebe-se em seus escritos que ela o contempla como Redentor, no total despojamento da sua vontade entregue ao Pai[4]; reconhecendo que ele tem um coração manso e humilde, cheio de misericórdia[5]; que se entretêm de boa vontade com os homens[6]; resgata-lhes as misérias, às próprias custas[7]; vai ao encontro de cada um e ama sem distinção de méritos[8]; pede a quem o segue que compartilhe seu amor, sua vida crucificada e seus interesses [9].[10]
No número 3 (três) do Promemória ela diz: assim como tantos Institutos têm como escopo honrar Maria Santíssima, ou imitar algum santo etc, este deve propor-se a honrar o Redentor e imitar-lhe os exemplos, de modo que quem nele se consagra possa se tornar verdadeira filha de Jesus Cristo por imitação.
Para Bartolomoea, o Redentor deve ser imitado e a caridade a ser vivida no Instituto deve ser semelhante à do Redentor.

[1] Cf. VANNI, Ugo. “Filhas do Redentor”: A figura do Cristo nos papeis de fundação de Bartolomea Capitânio, in: Faça o amabilíssimo Redentor que sejamos suas verdadeiras seguidoras – O mistério da redenção na experiência de B. Capitânio e do seu Instituto. p.11-24
[2] Scr III,48.
[3] Scr III, 49
[4] Scr III,48.
[5] Scr III, 84;132.
[6] Scr III, 155.
[7] Scr III, 55
[8] Scr III, 82
[9] Scr III, 663.
[10] Cf KERSBAMER, Costantina. A intuição espiritual do “Redentor” na interpretação do Instituto hoje., in: Faça o amabilíssimo Redentor que sejamos suas verdadeiras seguidoras – O mistério da redenção na experiência de B. Capitânio e do seu Instituto. 95-96.
Dúvidas Frequentes
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