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Maria Menina no Instituto

Maria, a Mãe do Redentor, nos acompanha em nossos dias de vida e missão. Circunstâncias providenciais levaram o nosso Instituto a venerá-la como “Aurora da salvação”, no mistério do seu nascimento.

No século XVIII, (em torno de 1720-1730) no convento das Irmãs Clarissas da cidade de Todi, Irmã Isabella Chiara Fornari modelava em cera, imagens do menino Jesus e de Maria Menina.  Em 1730 presenteou uma imagem de Maria Menina ao futuro bispo de Como Mons. Alberico Simonetta.  Este,  mudou-se para Milão onde faleceu. A imagem ficou com seu irmão Antônio que, por sua vez doou-a às irmãs Capuchinhas, do convento de Santa Maria dos Anjos, as quais começaram a difundir a devoção à infância de Maria. Publicavam orações e expunham a imagem para quem quisesse rezar a Deus por intercessão de Maria. 


A partir de fevereiro de 1782 houveram perseguições e extinções de mosteiros na diocese de Milão pelo imperador Dom José II e, 28 anos mais tarde, por Napoleão Bonaparte. Neste tempo muitas congregações perderam suas casas. A imagem de Maria Menina ficou, então com a ex capuchinha Bárbara Viazzoli que morava com outras religiosas na antiga sede do convento de Santa Maria dos Anjos, junto à paróquia São Marcos em Milão.


Em 1841, a ex monja doou a imagem  ao pároco Padre Luís Bosísio, com uma condição: a imagem deveria ser entregue à uma comunidade de irmãs.


Assim, a imagem de Maria Menina foi presenteada às IRMÃS DE CARIDADE DAS SANTAS BARTOLOMEA CAPITÂNIO E VINCENZA GEROSA que dedicavam-se aos doentes do hospital Cíceri, em Milão. 


Em 1876, a imagem foi levada para a casa geral da mesma congregação, também em Milão. Descolorida e gasta pelosa nos, era exposta somente no dia 08 de setembro de cada ano, data em que a liturgia celebra a festa do nascimento de Maria.


No ano de 1884, a irmã Josefina Woinovich, doente há muitos meses, pediu para que levassem a imagem no seu quarto. A superiora geral, visitando-a teve a ideia de levar a pequena imagem à todas as irmãs doentes.


A noviça Júlia Macário, paralisada e já sem esperança de vida, beijou a imagem e pediu para ser curada. No mesmo instante foi atendida e saltou da cama, agradecendo a Deus pelo milagre. Desde então, o dia 09 de setembro é festejado na congregação, como o “dia do milagre”. Ocorreram  DEPOIS inúmeros milagres. 


A partir do dia 16 de janeiro de 1885 as irmãs notam que a imagem centenária descolorida e amarelada começa a ficar corada, parecendo uma criança de verdade. O fato que pode ser comprovado no santuário de Maria Menina (na Casa Geral) em Milão, onde se encontra a imagem que, diariamente é visitada. Nossa Senhora Menina é invocada principalmente para pedir a proteção, a saúde, a cura, a felicidade para as  crianças, a saúde das mulheres grávidas e daquelas que querem ser mães.



(Texto elaborado por Ir. Lucy Mariotti)

UM PRESENTE DE DEUS PARA AS IRMÃS DE CARIDADE

Acontece o inesperado!
E a partir daquele dia 09 de setembro de 1884 a devoção à Maria Menina se espalha não só na Itália, mas também junto com a expansão da Congregação das Irmãs de Caridade para o Continente Asiático, Africano e Americano, na missão junto aos doentes, pobres, abandonados, na educação, nas pastorais, na presença, no compromisso de cuidar da vida em qualquer lugar e situação em que se encontre ameaçada.

Maria Menina no Instituto